quinta-feira, 17 de abril de 2008

Delírio de tal mortal


Se eu pudesse ser uma mínima expressão do que tanto falo, chegaria a entender porque morro por tão poucas tentativas. Continuaria matando e morrendo por algo que me foi rasurado por descontínuas linhas de pensamentos – que incrível, espero que seja menos patética! Trazer o ar para os pulmões e tentar tragar sua poluição de impossibilidades que se construíram para nos separar. Como poderei tudo sem a vida que o seu sorriso me empresta? Responde-me criando soluções para meu amor viver por realidade! Esperarei sua lágrima envolta de estrelas transparentes nesse céu que me acusa. Dará uma pausa com ou sem continuação. Quem sabe não seja mais uma das cretinas paginas que escrevo para conseguir entender a dificuldade de estar viva.

(Ivana Almeida)

Um comentário:

H L disse...

"...Quem sabe não seja mais uma das cretinas páginas que escrevo para conseguir entender a dificuldade de estar viva."
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e com algumas letras,consegue descrever até o indescritível!
ótimo!